segunda-feira, 14 de maio de 2018

ESTUDO


VIVENDO PELA FÉ

todavia, o meu justo viverá pela fé.” Hb 10.38a
“De fato, sem fé é impossível agradar a Deus” Hb 11.6a
Hoje celebraremos a Ceia do Senhor, um momento muito especial na vida do crente e da comunidade dos santos. É uma cerimônia simples, mas cheia de significado, de graça e acompanhada de uma promessa maravilhosa: o retorno de nosso Senhor Jesus Cristo! “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (1Co 11.26). Como toda atividade rotineira, há o risco de perdermos o verdadeiro sentido do que fazemos, participando de algo sublime e poderoso desatentamente e até mesmo entediados! A Santa Ceia foi instituída pelo Senhor Jesus na noite em que foi traído e ordenado que a praticássemos até o seu retorno (Lc 22.19) “…fazei isto em memória de mim.” (1Co 11.24).
Há três ênfases claras na Ceia do Senhor, por isso é chamada de “memorial”:
1) A Ceia nos lembra da obra de Jesus na cruz e da consequente aplicação dos benefícios desta obra na vida de todos aqueles que creem. Algo que ocorreu no passado e que poderosamente e graciosamente nos alcança hoje.
2) A Ceia nos alerta da necessidade de vivermos em santidade: vivendo de modo digno do evangelho (Fp 1.27). Aqueles que foram alcançados por Jesus não podem viver na prática do pecado. Examine- se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.” (1Co 11.28)
3) Finalmente, a Ceia é o anúncio da volta de nosso Senhor Jesus Cristo e todas as vezes que a celebramos estamos nos relembrando desta verdade alentadora. Que evento maravilhoso é a Ceia do Senhor! E que tragédia é perder estes elementos de vista, participando deste momento sem alegria, sem gratidão, sem contrição e sem esperança!!
A fé é fundamental neste momento santo, pois sem ela as três ênfases da Ceia ficam enfraquecidas, gerando uma religiosidade vazia e cansativa! É preciso crer nas palavras e promessas de Jesus para que este momento seja significativo, renovador e alentador. A fé é definida em Hebreus 11.1 desta maneira: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” Diante disto, é claro o privilégio que temos no momento da Ceia:
1) Pela fé recebemos a Cristo, a fé salvadora, e fomos feitos filhos de Deus. Antes estávamos mortos em nossos delitos e pecados (Ef 2.1), éramos por natureza filhos da ira (Ef 2.3). Olhamos para o passado, para a cruz, onde Jesus nos redimiu, nos lavou de todo pecado e fez conosco uma aliança maravilhosa! “…tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós…Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. (1Co 11.24-25)
2) Pela fé escolhemos andar em santidade, pois por ela somos assegurados pelo Espírito, em nossas almas, que somos filhos de Deus (Rm 8.12-17) e que devemos lutar para sermos como ele é. (Fp 1.12-16). Pela fé pedimos perdão pelos nossos pecados, pois sabemos que temos advogado junto ao Pai que nos perdoa e purifica de toda injustiça. (1Jo 1.9) A Palavra de Deus nos informa e assegura de todos os benefícios da vida em Cristo, e sua abrangência, nos levando a viver somente para Ele e por Ele.
3) Finalmente, também pela fé, vivemos na esperança do encontro com Cristo, quando o veremos face a face (Rm 13.12,13). A Ceia do Senhor, primeiramente, nos lembra, todos os dias, que não pertencemos a este mundo, somos cidadãos do Céu, e, portanto, não devemos amá-lo (1Jo 2.15). Em segundo lugar, nos leva a olhar para o futuro com esperança, sabendo e enunciando que nosso amado Senhor e Salvador Jesus Cristo voltará!! Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. (1Co 11.26) Jesus mesmo afirmou que iria nos preparar um lugar, e que deseja nos ter com Ele para sempre. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” (Jo 14:2,3) Que verdades maravilhosas! Irmãos queridos, que privilégio imenso este que temos em Jesus! Estas coisas celebradas na Ceia do Senhor já nos estão garantidas, e não precisamos fazer nada mais do que crer e viver segundo estes fatos! “…todavia, o meu justo viverá pela fé.” (Hb 10:38)
A Ceia é este “memorial” maravilhoso de nossa condição em Cristo, e futura vida em glória na eternidade! Então, em obediência a Jesus, pela fé, participemos da Ceia do Senhor Jesus, gratos pela salvação, em santidade e novidade de  vida, e cheios de esperança pelo retorno do Senhor e novo céu e nova terra.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Dia das Mães!

 Mães tementes a Deus – É disto que nossa Nação mais precisa



“Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso” (1Tm 2.15)
O desafio moderno de ser mãe é o desafio eterno – o de ser uma mulher temente a Deus. Esta frase soa estranho aos nossos ouvidos. Nós não a ouvimos hoje em dia. Ouvimos sobre outro tipo de mulher – mulheres belas, mulheres inteligentes, mulheres sofisticadas, mulheres de carreira, mulheres com talento, mulheres divorciadas, mas tão raramente ouvimos de uma mulher temente a Deus.
Acredito que mulheres chegam mais perto de cumprir seu papel dado por Deus no lar do que em qualquer outro lugar. É uma coisa muito mais nobre ser uma boa esposa, do que ser a Miss Brasil. É uma realização maior estabelecer um lar cristão, do que produzir um romance de segunda categoria cheio de sujeira. No âmbito moral, é uma coisa muito superior ser antiquado, do que ser ultramoderno.
O mundo tem mulheres o bastante que sabem como segurar seus “drinks” e que perderam todas suas ilusões e sua fé. O mundo tem mulheres suficientes que sabem ser espertas. Mas, o que precisamos são mulheres dispostas a serem simples. O mundo tem mulheres o bastante que sabem como ser brilhantes. Mas, o que necessitamos são algumas que sejam corajosas. O mundo tem mulheres suficientes que são populares. Necessitamos mais daquelas que são puras. Necessitamos tanto de mulheres como de homens, que prefiram ser moralmente certos a politicamente corretos.
Não nos enganemos – sem o cristianismo, sem educação cristã, sem os princípios de Cristo ensinados aos jovens, estamos simplesmente criando incrédulos. Fisicamente, estarão perfeitos. Intelectualmente, serão brilhantes. Mas espiritualmente, serão incrédulos. Que não nos enganemos. A escola não faz nenhum esforço para tentar ensinar os princípios de Cristo. A Igreja sozinha não o pode fazer. Esses nunca podem ser ensinados o suficiente a uma criança, a menos que a mãe os conheça e os pratique todos os dias.
Se você mesmo não tem nenhuma vida de oração, é um gesto inútil obrigar seus filhos a fazer suas orações toda noite. Se você não entra numa igreja, é bastante vão enviar seu filho à Escola Dominical. Se você tiver o hábito de contar “mentirinhas”, será difícil ensinar seu filho a dizer a verdade. Se você contar coisas maliciosas sobre seus vizinhos e sobre outros membros da igreja, será difícil seu filho aprender o significado da palavra bondade.
O desafio de ser mãe neste século – no final das contas – é para que as mães tenham uma experiência com Deus. Uma realidade que elas possam passar adiante para seus filhos. Porque a mais nova das ciências começa a compreender, depois de um estudo dos ensinos de Cristo do ponto de vista da psicologia, que somente na medida em que o ser humano descobre e segue as eternas leis espirituais, é que irá encontrar a felicidade e contentamento que todos procuram.
A nossa oração é que Deus levante mulheres que amem sinceramente ao Senhor Jesus Cristo, não cedendo as pressões e conselhos do mundo, antes entregando suas vidas inteiramente a Ele, e somente nEle, sejam supridas e tenham plena satisfação de viverem para Sua glória.
Feliz Dia das Mães!

terça-feira, 24 de abril de 2018



Estudando a Bíblia por seus Filho

É muito comum, em nossas igrejas, pais cristãos olharem para o seu pastor e vê-lo como o responsável pelo ensino e formação da Palavra de Deus no coração de suas crianças, jovens e adolescentes. Muitas vezes, os pais veem os professores da Escola Bíblica Dominical como os verdadeiros líderes que trarão mudanças significativas no caráter e na alma de meninos e meninas.
Mas, o que acontece quando você percebe que o crescimento espiritual dos seus filhos não é tão visível quanto você esperava? Por que eles não estão ouvindo tanto quanto você gostaria ou mesmo tanto quanto você acreditaria? Deixe-me ser claro com você: seus filhos precisam de você para falar sobre a Bíblia, lê-la e por ela viver.
Pense comigo: A Palavra de Deus é alimento para todos nós (Mt 4.4; 1Pe 2.2); Ela é instrução para a vida (Js 1.8; 2Tm 3.16-17; Sl 119.105); e, é um deleite para aqueles que amam a Deus (Sl 1.2; 119.18). Você crê nisso?
Então, por que você está contando com o seu pastor ou professor de Escola Dominical para ensinar seus filhos a Bíblia enquanto cuida do resto? Sério tudo isso não? Gostaria de lhe oferecer 3 razões porque jamais poderemos ser bem sucedidos se agirmos assim.
1. Pais e Mestres precisam ter o mesmo Foco
Quando pastores e professores juntamente com os pais ensinam a Palavra de Deus para os filhos a eficiência é multiplicada. Mas, se os principais formadores e influenciadores na vida dos pequeninos ensinam, moldam e aplicam coisas diferentes, como saber o que fazer?
A eficiência no ensino da Bíblia será experimentada por nossas crianças, jovens e adolescentes quando a igreja e a família estiverem alinhadas e concentradas no que nossos filhos realmente precisam, e eles precisam de Cristo Jesus.
Pais, não deixem seus filhos superarem vocês. Certifique-se de que vocês sabem o que está acontecendo com os seus filhos. Qual a lição que ele está estudando aos domingos? Ele tem entendido a pregação do pastor? Ele está aprendendo tudo o que lê e/ou ouve da Bíblia? Procure estudar a lição do seu filho e certifique-se de que você também está lendo a Palavra de Deus. Como pastor, muitas vezes me surpreendo quando vejo os filhos sabendo mais a Bíblia do que seus próprios pais.
2. Use melhor o tempo que você passa com seu filho
Não desperdice esse tempo. A igreja fica algumas poucas horas por ano com seu filho. Você por outro lado, fica a maior parte do tempo com ele! Pais, vocês são os principais influenciadores na vida de seu filho. Ainda que todas as distrações do mundo (vídeo game, televisão, filmes, internet, etc) pareçam gigantes influentes, elas não podem exercer maior influência que você na vida do seu filho.
Seja criativo e sempre procure encontrar formas de trazer a Deus e sua Palavra em conversas do dia-a-dia. Andando com ele, sentado, no carro, na praia, no shopping, na praça. Use e aplique a Palavra para o seu filho (Dt 6). Pastores e professores de Escola Dominical precisam que você ensine o seu filho a caminhar na fé. Caso contrário, todo o trabalho será em vão.
Se vocês não estão tendo tempo para ler a Bíblia e falar sobre Cristo com o seu filho, então ele está perdendo os mais importantes formadores de opinião em sua vida.
3. Pais e Mestres precisam colaborar uns com os outros
Cooperação no Reino é algo muito importante. Pais e mestres precisam cooperar uns com os outros no ensino do Evangelho para os filhos. Essa parceria faz uma grande diferença quando o assunto envolve o pastoreio do coração de uma criança e o aconselhamento bíblico para jovens e adolescentes. Por vezes, temas importantes da Bíblia são pregados e aplicados para pais e filhos, justamente porque houve cooperação entre família e liderança.
Finalmente, pais, nunca se esqueçam disso: seus filhos precisam de você para ler a Bíblia. Você também precisa ler a Bíblia. É tempo de nos concentrarmos naquilo que mais importa, o Evangelho de Cristo. Você não precisa provar para seu filho que sabe a Bíblia toda, mas ele precisa saber que seus pais tem a Bíblia como o livro mais importante de suas vidas, mesmo que eles ainda não saibam tudo.
Nele, que nos faz crescer em conhecimento e graça,

Alan Kleber



quinta-feira, 29 de março de 2018

O amor de Deus


O amor de Deus
O amor de Deus pela criatura humana é muito maior e mais complexo do que nós podemos compreender. Uma das dimensões do amor divino é salientada pelo Apóstolo Paulo: “Deus prova o Seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Quando nos chamam de “santos” os autores do Novo Testamento não estão afirmando que, ao aceitar a Cristo, ficamos impossibilitados de cometer algum pecado. Pelo contrário. O que o Apóstolo João nos diz é que, mesmo vivendo em Cristo, caímos em pecado de vez em quando.A grandeza do amor divino reside na pessoa Dele mesmo, uma vez que “Deus é amor”. Somos bem aventurados, porque as bênçãos amoráveis que recebemos do Senhor não dependem dos nossos méritos. Nossos deslizes e desobediências não devem nos separar do Senhor. Todas as vezes que lhe confessamos nossas faltas, a beleza do Seu perdão nos faz querer melhorar de vida. Nós ainda somos pecadores. Ele ainda continua nos amando.




terça-feira, 27 de março de 2018

Por que Jesus sofreu e morreu

Por que Jesus sofreu e morreu e que relevância tem isso para nós hoje? John Piper escreveu um livro chamado A Paixão de Cristo, onde ele enumera 50 razões, ou propósitos pelos quais Cristo sofreu e morreu. Vejamos três destas razões: Jesus sofreu e morreu…
I. Para que morramos para o pecado e vivamos para a justiça. “… carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça.” (1 Pedro 2.24). Por mais estranho que pareça, a morte de Cristo em nosso lugar e por nós significa que nós morremos.
Talvez alguém pense que ter um substituto para morrer em seu lugar significa que ele escapa da morte. É claro que escapamos da morte. Da morte eterna de miséria sem fim e separação de Deus. Jesus disse: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.” (João 10.28). “Todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente.” (João 11.26). A morte de Jesus realmente significa que todo o que nele crê não perece, mas tem a vida eterna. (João 3.16).
II. Para que morramos para a lei e frutifiquemos para Deus. “… meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus.” (Romanos 7.4). Quando Cristo morreu por nós, nós morremos com ele. Deus olhou para nós que cremos como quem está unido a Cristo. Sua morte por nossos pecados foi nossa morte nele. Mas o pecado não foi a única realidade que matou a Jesus e a nós. A lei de Deus também o fez. Quando quebramos a lei pelo pecado, a lei nos sentencia à morte. Se não houvesse lei, não haveria castigo. Onde não há lei, também não há transgressão (Rm 4.15). Mas “… tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus.” (Rm 3.19).
III. Para nos capacitar a viver para Cristo e não para nós mesmos. “Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória.” (João 17.24). “Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.” (2 Coríntios 5.15).
Somos gratos ao Senhor por tão grande prova de amor. A Ele todo louvor e toda glória, hoje e eternamente, amém!


quarta-feira, 21 de março de 2018

 O QUE VEM EM NOME DO SENHOR

"...Glória ao Filho de Davi! Deus abençoe aquele que vem em nome do Senhor! Glória a Deus!" (Mt 21:9b). Essa expressão de contentamento foi proferida pela boca da multidão encantada em um momento magno da vida de Jesus Cristo. Após três anos pregando o evangelho do Reino, Ele foi recebido apoteoticamente em Jerusalém, na chamada entrada triunfal. Mantos e palmas, ramos e outros objetos que se poderiam utilizar foram usados como instrumento de expressão, demonstrando a euforia e a esperança de libertação da opressão. "Bendito o que vem em nome do Senhor!" soou como aceitação da Missão Libertadora do homem de Nazaré. No Domingo de Ramos, nós, como cristãos do século 21, cercados de tanta evolução e modernismo, precisamos voltar os nossos olhos para as multidões que ainda esperam a entrada de Jesus em suas vidas. Ainda hoje, os oprimidos e cativos, amarrados por suas tradições, enchem suas mãos com suas pobres conquistas e, sem sentir, tornam-se escravos de si mesmos. Aquele que vem em nome do Senhor vem para tirar o cativo do cativeiro. Ousadamente, desafiemos o homem cristão a lançar tudo o que lhe traga glória pessoal aos pés de Jesus. Mantos e palmas, glórias e honras devem ser postos aos pés dAquele que é digno de todo louvor. "Bendito o que vem em nome do Senhor!"


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